quinta-feira, 17 de novembro de 2022

Caso prático...

 






O sinal constante da primeira foto é um bom exemplo de como as boas intenções têm tantas vezes os piores resultados - impedindo os verdadeiros amantes da natureza de a frequentar e utilizar, na verdade, o que as autoridades conseguem é que só a vão frequentar os que não ligam a leis nem a regras, tantas vezes os que se estão marimbando para a natureza e apenas interessados no seu lucro e bem estar pessoal, se necessário à custa do bem-estar alheio, se necessário, à custa da própria natureza - ficam, desta forma, com toda a liberdade de movimentos, uma vez que dificilmente alguém estará por perto para impedir ou dificultar malfeitorias.
Ao ver tal foto, o meu comentário foi "dá vontade de o arrancar e atirar para muito longe" - isto aconteceu nessa plataforma livre e democrática que é o facebook, uma liberdade e conceito de democracia que esbarra nuns auto-proclamados "padrões da comunidade" - coisa que nunca vi votada ou discutida, e que, portanto, não é mais do que uma arbitrariedade de uns ayatollahs armados em senhores da razão.
Naturalmente (ou nem tanto) o comentário foi bloqueado - conforme a 2ª foto demonstra (mas não mostra explicitamente), foi considerado ofensivo dos tais "padrões da comunidade".
No prosseguimento das tentativas de alegações em defesa de inocência e inocuidade do comentário (onde numa primeira tentativa recebi como resposta "o teu pedido não pode ser processado neste momento - tenta mais tarde"), depois de várias vicissitudes e insistências acabo por chegar casualmente ao interface da 3ª imagem: em mais de um milhão de reclamações, o FB (ou quem o representa nestes casos) conseguiu analisar pouco menos de 30, ou seja, menos que 0,003%...
Democrático, não é?

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